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Olá amigos e leitores deste blog, sejam todos bem vindos. começamos aqui mais um passeio virtual para ver no que dá. o UOL é muito camarada com seus assinantes e dá espaço para todo mundo. existem milhões de blogueiros por aí. a maioria invisíveis, é claro. mas há sempre os mais espertos que chegam à fama e ganham alguns trocados com o seu blog. você fala o que pensa. você pensa o que lê. o que você, caro leitor, tem lido ultimamente? eu leio muito. muito mesmo. já passei da barreira dos mil livros. mas só leio coisa boa. leio tanto que acabei tornando-me escritor. escritor e não blogueiro. nunca pertenci à blogosfera. não conheço nenhum blogueiro profissional. nem eles tampouco me conhecem. nenhum blogueiro já ouviu falar de um escritor brasileiro com nome húngaro, MAGGIAR VILLAR DE CASANOVA. quem sabe um dia. quem sabe eu fico até meio famosinho no meio dos blogueiros. na blogosfera tão falada, comentada e desejada. vamos ver o que acontece. se eu vivesse no século XX, eu ia querer ser amigos e conterrâneo dos modernistas. mas como vivo no século XXI, na pós-modernidade, na era digital, não me recordo o nome de alguém que eu desejasse ser amigo, colega, confidente, consultor, crítico e interlocutor. pode ser que isso mude e alguém me queira para ser seu interlocutor. vamos aguardar para ver o que acontece. sejam bem vindos ao mundo virtual e digital cultural e invisível do escritor e multimídia MAGGIAR VILLAR DE CASANOVA. Viva a internet. viva a pós-modernidade. e viva o UOL BLOG. Pra cima com a viga, moçada... pra começar citando o JD Salinger.
A gente se encontra por aí. o mundo é pequeno.
www.bibliotecamaggiarvillar.blogspot.com
Brasil, inverno/2009
Resenha da orelha do livro
A ESTRELA DA ESPERANÇA
Um foi andarilho, viveu na mendicância e encontrou na arte a vocação
para mudar de vida. O outro foi retirante da seca e da fome, operário e
vislumbrou na política um meio de reivindicação social, até alcançar a
presidência da república. As duas trajetórias se cruzam no livro “A
Estrela da Esperança”, do escritor e multimídia paranaense MAGGIAR
VILLAR DE CASANOVA.
A cada virada de século a literatura de um país revela um ou mais nomes
no cenário literário. Foi assim com Euclides da Cunha, em 1902, com a
publicação de “Os Sertões”, que deu início ao Movimento Modernista
brasileiro. Cem anos depois, o Brasil vive uma nova era. Uma era de
mudanças e de novos ventos soprados em todas as direções.
O Século XXI começa agitado em todos os setores da política, cultura,
tendências e costumes. Tudo converge para o surgimento de uma nova
sociedade que tem sede de mudanças. Mudanças que a própria história
trouxe. E com essas mudanças, no meio dos ventos soprados do sul em
direção ao resto do país, surgiu um novo nome no cenário literário
brasileiro. Um nome que chegou para ficar e alegrar os olhares e desejos
mais atentos e exigentes. Esse nome já não é mais desconhecido dos
leitores e críticos que se sentem carentes de novas revelações na
literatura brasileira. O Século XXI revelou para o Brasil e para o mundo o
talento do Escritor e Multimídia paranaense, Maggiar Villar de Casanova.
Com a publicação do Livro, “A Estrela da Esperança”, o autor se
apresenta para seus leitores não só como uma revelação literária, mas
sim como a confirmação de uma promessa, que já se revelou com seus
trabalhos anteriores e que agora reafirma seu compromisso e papel de
escritor da nova era, da nova geração e do novo século.
O escritor paranaense precisou viver uma vida inteira de emoções,
aventuras, medos, ditadura militar, derrotas, vitórias, transformações e
muita adrenalina para escrever a história de dois grandes vencedores. A
história de um menino pobre que nasceu no Sertão agreste da fome,
seca e sofrimento, até se tornar o festejado Presidente da República. E
a história de outro menino pobre que nasceu no meio dos cafezais do
Paraná e se tornou um andarilho vagabundo e sonhador que viveu uma
vida errante, como os poetas sonhadores e aventureiros da Idade Média,
até se tornar um nome de respeito na literatura brasileira.
O livro de Maggiar Villar de Casanova é um romance biográfico e
autobiográfico que narra a história peculiar desses dois garotos que
nasceram muito longe um do outro. Um no Sertão da miséria e outro na
abundância de um eldorado chamado Paraná, mas com trajetórias muito
parecidas. Os dois personagens conheceram as dores das lâminas
cortantes do capitalismo selvagem muito cedo, desde criança. Ambos
são sobreviventes da miséria e viveram para deixar uma lição de vida
para as futuras gerações. Essa lição de vida foi a mola mestra que o
autor usou para escrever um livro chocante, denso, seco, que faz o leitor
vibrar, emocionar, amar, odiar a ditadura, relembrar o passado, admirar
e sonhar com os personagens e com um mundo melhor, mais humano e
justo.
A narrativa do livro é solta e mostra um narrador sem nenhuma
preocupação com a estética. Seu traço é puramente moderno. Mas a
linguagem varia do modernismo de Mário e Oswald de Andrade e remete
para o mundo de Graciliano Ramos, com nuances e influência de um
Henry Miller.
O livro do escritor paranaense não é uma biografia científica fiel do líder
sindicalista revolucionário. É uma obra literária romanceada. É um livro
para ser lido por todos os tipos de leitores. Desde o estudante em busca
de conhecimento, até o crítico mais aguçado e exigente. O autor tomou
os cuidados para não criar uma obra que caísse na mesmice das
biografias encomendadas. Ele elabora uma obra que está recheada de
sonhos e desejos. De tristezas e alegrias. De derrotas e vitórias. Um livro
apaixonante e irresistível que deixa o leitor com sede de vingança e o
transforma num cúmplice dos desejos, sonhos e devaneios do autor. A
literatura brasileira do começo do Século XXI está mais atrevida com o
lançamento de um livro que deixa suas marcas e pegadas de uma
grande e promissora revelação. O escritor Maggiar Villar de Casanova
veio para deixar seu legado para leitores e estudiosos do futuro. Quem
viver verá!
(Os Editores)
A ELABORAÇÃO. Obra de MAGGIAR VILLAR DE CASANOVA
O romance. A Elaboração, do escritor paranaense, Maggiar Villar de Casanova marca uma nova estética na literatura brasileira deste começo de século e milênio. Em 1902 dois livros. Os Sertões de Euclides da Cunha e Canaã, de Graça Aranha, marcaram o início de uma tendência literária que revolucionaria a história da literatura brasileira, abrindo caminho para o modernismo brasileiro que aconteceria 1922. O mesmo acontece agora com o livro A Elaboração que deixa suas marcas de pós-contemporaneidade.
“O amor não precisa de palavras para ser demonstrado. Ele nasce e fica no brilho do olhar, de qualquer um, de qualquer pessoa, quando se está apaixonado”. Com uma linguagem arrojada e livre, o romance do escritor paranaense converge para esse universo capaz de traduzir pensamento e imaginação, sem esquecer aspectos lúdicos da linguagem universal. O autor trabalha com jogos de palavras e labirintos, onde o autor e leitor aparecem enquanto criadores e decifradores. O primeiro é capaz de decifrar a natureza e vivificar a linguagem. O segundo interpreta o momento de criação do escritor e completa o circuito da narrativa entrando junto com o autor no labirinto imaginário, no melhor estilo Borgeniano fantástico.
Maggiar Villar de Casanova acaba de criar uma nova literatura que foi perseguida por um de seus mestres, o italiano Ítalo Calvino. A multiplicidade de vozes, o diálogo constate dos personagens e as preocupações metafísicas que os envolvem; a leveza da obra; a exatidão; a visibilidade; a rapidez e consistências fazem de A Elaboração um romance que questiona os valores da sociedade e, ao mesmo tempo, apresenta um universo de possibilidades concretas: a valorização do amor, a preocupação com a natureza representa através da ONG “Os Amigos da Onça Pintada” o olhar atento à paisagem do campo, com seus trigais dourados, a natureza do pantanal, entre outros. Cumpre ressaltar a ironia e o humor com que JK (personagem principal), e demais personagens encaram a vida. A função do romancista é formular ficcionalmente o mitologema de sua época. A obra de Maggiar Villar de Casanova tem essa preocupação.
JK recebe uma senha do mendigo-filósofo, que conhecera na Praça da Sé, e que quase todas as tardes costuma sentar-se no banco da praça – JK em uma ponta, o mendigo na outra – para ouvir cinco minutos de sinfonia barroca, no coração da Paulicéia Desvairada, de Paulo de Andrade. Paralelamente, a narrativa se desenvolve no espaço da cidade grande – São Paulo – e do interior, com seus campos de trigo dourados, onde vive o Artista da palavra. Para comprovar se “O crime perfeito não deixa vestígios” no dizer de Mário Quintana só mesmo mergulhar na história de A Elaboração e junto com o narrador decifrar os enigmas que envolvem este romance criativo, no qual o autor constrói uma visão de mundo multifacetada e envolvente. Assim, só falto o leitor mergulhar no suspense de uma narrativa apaixonante, sutil e, ao mesmo tempo, irresistível.
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